Procedimento no qual através de uma máquina o sangue é filtrado e as impurezas retiradas do organismo do paciente com deficiência renal grave. Por esse procedimento, realizado de 3 a 6 vezes por semana, o corpo elimina resíduos prejudiciais à saúde, como ureia, creatinina, o excesso de sal e de líquidos e, consequentemente, mantém o equilíbrio dessas substâncias.

Nessa modalidade de tratamento, o processo de filtração das impurezas ocorre através do peritônio (membrana que recobre toda a cavidade abdominal), que serve como o filtro do corpo do paciente.

Técnica utilizada para fazer a separação entre o plasma e os outros elementos do sangue. Ela remove do plasma os elementos que podem ser responsáveis pela doença do paciente. A indicação mais comum da plasmaférese é a remoção de anticorpos e complexos autoimunes que estejam atacando órgãos do próprio corpo. O tratamento filtra todo o plasma e retira dele tanto as substâncias benéficas quanto as maléficas. E como o plasma é essencial ao sangue, um volume de plasma fresco ou soro albuminado idêntico ao que vai sendo retirado deve ir sendo reposto por transfusão.

>A biópsia renal é um procedimento muito utilizado pelos nefrologistas para identificar as doenças renais. Obtendo um pequeno fragmento do rim, de aproximadamente 1 a 2 cm de comprimento, é possível avaliar microscopicamente o comprometimento das estruturas do rim e estabelecer diagnóstico, prognóstico e planejar tratamento.

Tratamento efetuado com equipamento de alta tecnologia permitindo a filtração não só das substâncias retiradas pela hemodiálise, mas de outras substâncias com tamanho molecular maior. Isso é possível com a hemodiafiltração devido à qualidade do filtro utilizado por esse procedimento com capacidade maior de filtração. Estudos científicos apontam para uma redução de complicações em pacientes renais crônicos que utilizam esse método, como um menor índice de inflamação, desnutrição, anemia, assim como diminuição do risco cardiovascular e insuficiência cardíaca.